Blog Skate em Foco - Santa Catarina em Luto!
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domingo, 14 de setembro de 2008

Entrevista - Fernando "Chero"


Fernando, que é estudante de publicidade e propaganda, idealizou o Zine Go Underground Mag. Sua iniciativa é simples, criar espaço à divulgação da cena underground. Além disso, é skatista e integrante como guitarrista em uma banda hardcore, chamada Preludio, entre outras coisas.

Fernando parece ter uma mente inquieta, entrevistando ele vamos tentar tirar isso a limpo.

Fernando "Chero"

Quem é Fernando "Chero"? Como é seu dia a dia?

Fernando "Chero": Fernando Chero é um cara baixinho e emburrado (risos). Agora falando em primeira pessoa, sou de São Paulo, vivo e pratico o universo do skate e da música alternativa, estudo publicidade e propaganda e me interesso por centenas de outras coisas diversas, desde fotografia até política. O dia a dia é maçante e rotineiro, como qualquer outro em São Paulo. Agora que estou trabalhando apenas com o zine, há muita correria atrás de conteúdos, pessoas, marcas e detalhes, mas vez ou outra tem um role de skate, também um show ou outro. É assim.

Você é estudante de publicidade e propaganda, existe uma área específica que deseja atuar após se formar? Você vai direcionar seu trabalho, ou é uma pessoa aberta a áreas que não tem nenhuma experiência?

Fernando "Chero": Na verdade eu descobri que a publicidade é algo muito maior do que parece ser à primeira vista. Por isso ainda não sei direito onde vou atuar dentro disso tudo, tem bastante coisa interessante. Por enquanto procuro absorver o máximo que consigo de teoria (e as vezes até prática) com relação à comunicação, para conseguir ter certeza de qual dos caminhos é a minha cara.

Como surgiu a idéia de criar o Go Underground Mag? Qual é o público, o foco do Zine?

Fernando "Chero": A Go é a materialização da vivência e do aprendizado acadêmico. A idéia é bem essa. O zine é direcionado a toda espécie de ser humano que goste de ler algo verdadeiro para variar um pouco. A galera jovem é a que vai se interessar mais, mas acredito que não existam restrições ou moldes para o público da Go. A própria Go não tem.

A Go é feita em sua casa

A primeira edição, a Go#01, está nas ruas, qual foi a sua repercussão? Ela tem sido bem aceita? Quais eram as suas expectativas quanto ao seu lançamento e houve algo que te surpreendeu?

Fernando "Chero": Bastante gente falou bem, apoiou e até divulgou. Eu achei sensacional! Espero que a Go faça por merecer tudo isso! A expectativa que você tem quando aposta em algo, sempre é das melhores, e de uma certa forma, essa expectativa foi atendida. Por outro lado, deu para sentir também que a galera no geral não está muito ligada no lance da leitura. Achei curioso, pois quando falamos de skate e do mundo alternativo, tratamos com pessoas no mínimo críticas, que sabem muito bem de quem e do que estão falando. Por isso achei que rolaria um interesse maior por parte dessas pessoas, em um meio de comunicação que trata somente sobre o universo do qual elas participam. Mas é atrás disso que eu vou correr nas próximas edições da Go.

Quais foram as dificuldades iniciais e quais são as que ainda tem que transpor, para que o Zine chegue onde você almeja?

Fernando "Chero": A primeira dificuldade foi achar anunciantes para viabilizar a confecção da primeira edição. Nenhum lojista ou empresário quer apostar suas fichas divulgando em um meio desconhecido. Aliás, fica aqui também uma espécie de apelo a respeito disso: seria válido que os empresários percebessem que para vender seus produtos, é necessário expô-los. Ainda mais quando o produto é dirigido e o público é exigente e específico. Parece óbvio, mas também parece que grande parte deles não enxerga. Enfim, essa dificuldade acredito que ainda vou achar durante algum tempo, mas além dessa, existe também o lance das entrevistas e matérias. Apesar de gostar das pessoas com as quais faço as matérias, e também de todo o trabalho que envolve isso, nada muda o fato de que eu faço publicidade, e não jornalismo. Hahaha. Mas estou pegando o jeito da coisa. Nada como você fazer o que gosta.




Fale sobre a mídia independente, você acredita que para chegar ao "tão sonhado" sucesso é preciso expor o trabalho nos veículos especializados? No caso da cena underground, você acredita que com a exposição de trabalhos na mídia especializada, quem se diz alternativo perderia sua identidade?

Fernando "Chero": A mídia independente é como o próprio meio: Faça você mesmo. Existe muita coisa legal. Uma delas é que você não recebe a notícia distorcida pelo interesse de alguma empresa ou coisa do gênero que esteja por trás. Mas por outro lado, há alguns pontos negativos, como o fato de não ter a devida infra-estrutura ou até mesmo poder de alcance, a ponto de termos de fato um meio de comunicação significativo para nós. Eu acredito que a grande mídia vende notícias e conteúdos, ao invés de apenas publicá-los. Digo isso pensando na tal da identidade perdida. Quando era interessante para a mídia, que o skate fosse marginal, ele era. Hoje é o contrário e é assim que funciona. Você fica na mão do vai e vem de interesses.

Você atua como guitarrista na banda Preludio, há quanto tempo toca guitarra? Há algum outro instrumento que saiba tocar? Quais são as pretensões da banda e aonde já chegaram? Qual o objetivo de vocês para o futuro?

Fernando "Chero": Nossa, não lembro ao certo, mas devo tocar guitarra a uns 7, 8 anos. Toco também alguma coisa de bateria e baixo. Nada técnico, puro feeling (risos). Não sei se conseguiria definir aonde o Preludio já chegou, mas lançamos nossa demo em 2006 e de lá pra cá estamos em uma corrida frenética de evolução própria, shows e amizades. Estamos quase lançando o nosso primeiro cd, que foi gravado com muito suor e carinho por cada um de nós e nessa ocasião contou com a produção do Hóspede, que já trabalhou muito dentro do hardcore e por isso deu toques bem legais no disco. Objetivos? Lançar esse trabalho e comer muita estrada. Ser o que somos, tanto musicalmente quanto pessoalmente, como sempre foi, e colher os frutos da sinceridade.

Existe alguma relação da banda com o Zine? A banda tem dificuldades para divulgar o trabalho?

Fernando "Chero": A relação dos dois é de amizade e companheirismo sempre. Os caras me dão uma ajuda inacreditável no projeto do zine, levam pra show, divulgam. Agora, com relação às dificuldades, são várias. Começa pela própria vertente de som, que não é das mais ouvidas por aqui, junto com a escassez de meios dirigidos, de casas de shows, de organizadores descentes. Ah, tem bastante coisa pra meter o pau, mas nós preferimos começar a fazer algo à respeito disso tudo do que ficar apenas falando mal.

Você também anda de skate, desde quando? É um skatista que se dedica ou apenas curti sentir a liberdade quando está em cima de um? Defina seu skate.

Fernando "Chero": Desde 1999 estou em cima do carrinho e sou exatamente o tipo de skatista que gosta de sentir a liberdade exalada pelo board. Meu skate sou eu. As vezes medroso, as vezes atirado, as vezes revoltado, técnico. Meu skate é além de tudo, a minha expressão.

Quais são as pessoas que te apóiam no que faz? O quanto isso é importante para você?

Fernando "Chero": Minha mãe sem dúvida alguma é a que mais apóia. Não só no zine, mas no skate também, desde o início. Meus amigos também estão sempre lado a lado e de uns tempos para cá também surgiram raras boas pessoas em meu caminho que vem compondo o diferencial da jornada da Go. A importância disso, é que simplesmente o zine não existiria se não contasse com todas essas pessoas. Sempre me perguntam se sou eu que estou fazendo a correria do zine e tal, e eu respondo que sim, mas que conto sempre com aqueles que colaboram direta e indiretamente para isso. É legal, pois ninguém tem obrigação nenhuma de fazer esse tipo de coisa. Quando acontece, dá pra notar que é de coração, e não há nada melhor do que isso para mim.

Deixe suas considerações finais:

Fernando "Chero": Muito obrigado senhor "Miag", mais conhecido como Fernando Arata, e pessoal do SkateEmFoco pela entrevista e é isso aí! Andem de skate com o coração e usem isso para o resto da vida. Faça o que fizer, que seja com o coração. Não há como enganar ele! Abração.

Preludio - Ação e Reação, no Kazebre


Para entrar em contato com Fernando "Chero":

e-mail: go_mag@hotmail.com
Telefone: (11) 8622-2778
Fotolog: http://www.fotolog.com/goingfast
Blog: http://goundergroundmag.blogspot.com/

Preludio (MySpace): http://www.myspace.com/preludiorock
Preludio (Fotolog): http://www.fotolog.com/preludiorock
Preludio (Youtube): http://br.youtube.com/user/preludiorock

Fotos: Fernando Arata

Por: Fernando Arata







quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Filma nóis Jean Araujo?


No início do ano de 2008, quando fomos realizar a cobertura do 1º Summer Balneário Rincão, em Içara, conhecemos o vídeomaker Jean Araújo. De lá para cá, muitos contatos nos fizeram aproximarmos e hoje contaremos um pouco da história desse parceiro do skate.

A história do Jean com o skate começou bem cedo, ainda na época do skate com bilha. Seu primeiro skate, um speedo, foi presente de seu primo. Jean conta que a situação só foi mudar quando ele conheceu o Andrei Constantino, sócio proprietário da BackDoor, de Criciúma.

Uma lesão no início de 1999 deixou-o quatro meses com dificuldades em caminhar e a solução veio através de uma complicada cirurgia que o impossibilitou de andar de skate, por pressão médica e de seus pais que não gostavam da idéia do filho andar de skate, muito comum nos dias atuais. Nesse difícil período, houve também a separação de seus pais, a troca de colégio e de bairro, ficando praticamente dois anos afastados de sua rotina com o skate e de todo do meio. A lesão deu o "start" inicial para o pior momento de sua vida, assim comentou Jean Araujo para o SkateemFoco.


Nesse período, Jean cumpriu o serviço militar obrigatório e foi trabalhar no ramo de mineração como técnico em laboratório, onde permaneceu até 2007 quando acabou demitido. Foi então que se sentiu obrigado a tomar uma difícil decisão. Sentou-se com sua esposa e a pediu um conselho, dizendo que queria mudar e fazer realmente o que gostava, mesmo que fosse obrigado a começar tudo de novo. Para sua satisfação, a resposta da esposa foi positiva, e após ter cursado 7 semestres do curso de Engenharia Civil, largou tudo e partiu para o que ele sempre sonhou fazer, o skate, trabalhando numa skate shop e nas horas vagas fazendo imagens.

Sua primeira câmera foi uma Sony DCR sr62 com HD e lente de conversão ang 0,5x, que ficava fixada a câmera com um pedaço de fita isolante. Atualmente usa uma Sony vx2100 miniDV, com lente Century 0,3x fisheye, além de seu Mac para as edições. Sua próximas aquisições são as luzes e um gerador.

Decidi comprar meu equipamento com um único propósito, o de fazer um bom vídeo de skate, mesmo que, nos dias de hoje, ainda mais no Brasil seja muito complicado ganhar um retorno financeiro com imagem. Muitas coisas ainda nos diferenciam de outros paises, não só a moeda e economia, mas acredito que o skate nacional esteja passando por uma transição boa, havendo muita gente competente no meio. Estamos ainda caminhando, mas no caminho certo”. (Jean Araújo)


Neste ano de 2008, Jean, junto com os skatistas Daniel Bristot, Rafael Vieira e Bruno Souza, procuraram a Associação Criciumense de Skate para ver o que poderia ser feito para reverter a queda do número de praticantes de skate na cidade de Criciúma e região. Depois de duas reuniões fracassadas, devido a falta de vontade por parte da Associação Criciumense em trabalhar pelo união do skate, assim afirmou Jean, deram início a T.A.U.S, com objetivo de levar o skate a todas as classes sociais, através de demos nos colégios, skate treino e escolinha, além do circuito com obstáculos próprios.

Em relação a vídeos, será lançado um no segundo semestre de 2009, com um pré-roteiro já elaborado e as imagens sendo captadas desde o início de 2008.

"Queria agradecer primeiro a minha esposa, ela foi a base de tudo, desde que estamos juntos ela é o meu referencial para tudo na vida. Minha sogra que me ajudou com a grana que faltava para comprar os equipamentos e minha mãe que esta do meu lado. A meu chefe Andrei Constantino, da BackDoor que foi meu primeiro parceiro de skate e amigo de verdade. Ao Marcelo Vieira, Fernando Xuxa, Guiri Reyes, Clesio Araujo, aos parceiros da T.A.U.S e a todos que de alguma forma trabalham em prol ao skate nacional". (Jean Araújo)

Circuito T.A.U.S bACKDOOR - 2º Etapa


1º Skate Summer Balneário Rincão


Contato:
jeanaraujo@hotmail.com
48 3437.9347

Por: Fernando Faisca







sexta-feira, 27 de junho de 2008

Entrevista: Uriel Punk Baesso


Falar bem do Uriel Baesso, para nós do SkateemFoco, é algo sincero e simples, pois se trata de uma pessoa que sempre nos apoiou através do site Sk8.com.br.

Também foi responsável por um dos momentos marcantes do SkateemFoco, ao nos convidar para fazer a cobertura do Skate Balneário Camboriú Xtreme, a primeira etapa do Circuito Nacional de Skate Vertical.

Por ser uma pessoa chave na divulgação do SkateemFoco e um dos principais ícones da mídia alternativa do Skate, temos a honra de apresentar abaixo, a entrevista realizada por Fernando Arata com Uriel "Punk" Baesso:


Entrevista Uriel Punk Baesso

Uriel Baesso do Prado (Uriel "Punk") é uma personalidade no mundo do skate, principalmente se pensarmos em internet, pois são anos de total dedicação à sua divulgação. Eu o conheci há pouco tempo, e conhecendo o seu trabalho passei a admirá-lo.

Ele está à frente do site sk8.com.br (http://www.sk8.com.br/), que acredito estar entre os mais completos na divulgação do skate brasileiro. Nele encontramos divulgação e cobertura dos campeonatos, entrevistas, promoções, arte e cultura, curiosidades, dentre muitas outras coisas.

O site foi criado em 2000, em conjunto com o amigo de sessão Rangel Rodrigues, e desde então vêm sendo mantido por eles e com a colaboração de amantes do skate.

Muito que se vê na internet, não só no sk8.com.br, mas em muitos outros sites, myspaces, blog’s, etc têm o envolvimento do Uriel, muito de que nós não tomamos conhecimento.

Uriel Baesso do Prado - Foto: Fernando Arata

Talvez conhecendo um pouco mais o Uriel, poderemos descobrir o que é o amor pelo que ele faz.

Fernando Arata: Quando e por que começou a “trabalhar” nos bastidores do skate?

Uriel: Nossa, eu trabalho no skate há muitos anos, sempre meu objetivo foi melhorar o esporte Skate, que para os praticantes, além do esporte, melhor é o lazer e ainda podem transformar tudo em trabalho e ganhos. Creio que meus primeiros passos foram em 1987, já olhava os atletas andar de skate e já realizava meu trabalho, que era mostrar "ANDE DE SKATE PARA VOCÊ MESMO"! Nos anos 90 trabalhei na Mad Ratz, junto com Xande (Banda Caballero), Shima que sumiu e o patrão Marcio Tanabe, este cara me mostrou muita visão no meio do skate, muitos o odeiam, mas ele teve vários papéis dentro do Skate e eu creio que ajudou o esporte, com isto na Mad Ratz as arrumava vezes tênis e andava nas pistas de skate como ZN, São Bernardo, Prestigie e São Caetano, sempre dei apoio aos atletas que estavam iniciando, mesmo não tento marca, revista e etc. Somente agora com Sk8.com.br ganho algo com skate, mas apenas artigos, nada de dinheiro :(. Creio que talvez por que não fui atrás mesmo desde objetivo ($), e sim melhorar o SKATE.

Uriel, o imperador - Foto: Grazi Oliveira

Fernando Arata: Já são vários anos divulgando o esporte, e você não mede esforços para que seu trabalho perdure, o que te motiva a continuar? E o que te desanima?

Uriel: Minha maior motivação é ver os atletas que ajudo melhorando cada vez mais, Sem Lixa, Falcon, Falquito, Nebão, uma série de pessoas. Nem só como pagar inscrições, comida, mostrar na mídia, entrevistas e sim pelo AMOR que sinto pelo SKATE.

Primeiro cara que eu ajudei no Skate foi o Rangel. Ninguém queria andar com ele porque ele não andava bem e não tinha peças para evoluir, nem mesmo condições. Eu ia com ele para os locais e era difícil andar de skate com ele, não andava nada mesmo, a roda dele tinha um elástico no rolamento.

Desanima é ver alguns trabalhos meus na WEB e “nego” falar que foi ele quem fez, ver amigos bons de skate entrar na droga e parar de andar, marcas nacionais de skate serem esculachadas por atletas que foram crescendo com está marca e agora falar mal de tal marca. Marcas que não pagam o lanche e a passagem para o patrocinado ir em um campeonato, ver marcas de fora entrar no meio do skate e não passar nada para o mesmo (marcas que não são de skate), ver textos, fotos e notícias em outros sites sendo elaborado por uma pessoa e com créditos de outra, sem divulgar ao menos a fonte do local. Estas coisas me matam de desgosto mesmo.


Uriel, XGames Brasil 2008 - Foto: Pablo Vaz

Fernando Arata: Tente nos contar qual a sensação quando um trabalho seu é reconhecido, elogiado?

Uriel: Muito da hora, me faz editar e fazer mais de mil matérias, e mostrar cada vez mais o trabalho passado pelo elogiado, coloco banner’s no Sk8 de graça, "abro as pernas" como a galera fala por aí. Pena que meu trabalho, não é possivel colocar os créditos, que é tudo feito por trás, para não revelar projeto real, como por exemplo, um Site no google que aparece em primeiro lugar.

Fernando Arata: Como o sk8 é uma mídia independente, alternativa, não possuindo vínculos, você acredita ter a chamada liberdade de expressão? Acha que essa liberdade não existe na mídia especializada?

Uriel: Está foi bem boa pergunta. SIM Sk8 é mídia independente! Podemos falar sobre tudo, mostrar todos os lados do skate, sem cortes e sem resumo, qualquer marca, qualquer atleta e muito mais. Já outras Mídias têm seus valores como propagandas, vínculos com marca X, marcas que não podem divulgar outras marcas, campeonatos e etapas que não podem mostrar outras, eles não tem liberdade de expressão, ficam amarrados nisto, mas creio que poderia mudar e teria um valor especial com quem visita seu local, seja site, marca, revista local que seja.

Mas e o medo da concorrência? Sk8 não tem este medo :).


Uriel e a amiga Laine - Foto: Fernando Arata

Fernando Arata: Na sua opinião qual a importância do sk8.com.br para o skate nacional?

Uriel: São muitas creio eu, uma delas é mostrar quem está ativo no Skate instantâneo, tipo MSN entro Online já sabe, o cara ae ta ONLINE, o Alexandre Vianna no começo deste ano falo uma coisa muito boa, que eu escutei e gravei.

Que adianta fazer pelo passado e nada pelo presente.

Por isto o Sk8 tem importância grande no Skate, mostrar não só passado como a atualidade. Que atualidade é esta? Atletas Mirins, Iniciantes e a meninas que cada dia melhoram.


Uriel "Punk" - Foto: Fernando Arata

Fernando Arata: No Brasil acredito que existam muitas pessoas que têm vontade de realizar um trabalho voltado ao skate, talvez não o façam por não saberem por onde começar, qual a dica que daria a essas pessoas? Acredita que para se mostrar um trabalho é necessário conhecimento das ferramentas da internet, no caso de se aventurarem na Web?

Uriel: Apenas força de vontade em aprender na WEB, tem muita coisa pronta, como por exemplo, os Blogs, são de fácil acesso, fácil de fazer, mais fácil ainda de atualizar, deste que você se dedique e crie algo novo. Sim, é fácil, mas se você não tiver garra e dedicação será apenas mais um trabalho em vão.

Mas têm também as profissões, videomaker’s, fotografo’s, marketing. Nossa variedades, não tem mistério, possa ser que um Webmaster, Videomaker entre outros lhe falem. - Nossa seu trampo está “zuado”! Nesta hora insista e faça cada vez mais e mostre do que você e capaz.


Fernando Arata: Quais as diferenças na divulgação do esporte hoje, em relação ao passado, quando deu início a esse trabalho?

Uriel: Nossa hoje são muitos os tipos de divulgação, eu mesmo divulgo Skate muito forte no Google e não apenas o site Sk8 e sim um todo, meu objetivo nisto e meta foi feito para quem entrar hoje no Google e for em Noticias e buscar pelo nome Skate verá um monte de noticias relacionadas ao Skate. Levei muitos sites de skate para lá, sem os donos deles mesmo saberem deste meu projeto, nisto ganharam sem saber e achando que estão lá por acessos apenas, mas tem um Projeto nisto elaborei isto em 2002, resultados hoje em dia, está como eu sonhava, entrar no Google buscar noticia de Skate e ler.

Monto Blog’s para algumas parcerias que creio que fazem algo pelo Skate, acredito que se eles verem cada vez mais as ferramentas iram melhorar e com isto aprendemos juntos.

Quem ganha com isto? Skatista, pode saber sobre, Cultura, Saúde, Manobras, muita coisa mesmo.

Imagina no passado sem os Sites, Blog’s, Youtube estas coisas de nerds xD


Momento de descontração - Foto: Fernando Arata

Fernando Arata: Quem é Uriel Baesso em seu cotidiano?

Uriel: Cara quem no passado não optou por estudar e hoje paga seu pecados com isto, hoje tem profissão, mas como as empresas pedem estas coisas de ISO1001 e o “cassete” todo, não posso entrar nestas empresas, mas já trabalhei em uma Multinacional, a Microtec, com dica do Rangel e minha força de vontade passei no teste fácil, sem mesmo ter feito faculdade. (Dica não parem de estudar ou senão vai Se f... como eu).

Fora o trabalho, vou em eventos fazer entrevistas com meus amigos e me divertir, quando estou com Nathalia a gente se diverte e faz trabalho bem legal, e sem fins lucrativos, lógico que queria ganhar algo, mas como não tenho tempo ($$$) para elaborar algo concreto com skate, fico trabalhando fora do Skate, mas o tempo todo meu pensamento é nele.


Fernando Arata: Agora o espaço está aberto para você.

Uriel: Um salve seria pouco aqui, então quem me conhece sabe, que meu salve e na hora do corre, sem um patrocínio, sem uma roda, sem uma “promo”, sem espaço para mostrar seu skate. É nessas horas que do meu salve a todos vocês. Espero que me conheçam melhor, umas das partes nesta entrevista, e saibam que meu trabalho vai ficar aqui e não levarei ele comigo, então sempre que for falar algo sobre mim, saiba que meu trabalho não e por mim e sim para quem ficar vivo após anos no mundo, só espero isto ter feito algo que alguém se lembre com alegria :).

O tempo passa rápido, hoje você é “Pop Star”, amanhã “nego” na pista vai falar: “Nossa, como esse cara anda mal, sem mesmo saber quem é você.

Eu ando de skate com meus amigos, e ando para mim mesmo.


Uriel, agradeço em primeiro lugar por manter esse trabalho voluntário, o sk8.com.br é fonte de pesquisa e informação do skateboard nacional.

Se ainda não conhece o sk8.com.br, está esperando o que?

Acessem:

Site: http://www.sk8.com.br/
http://www.skateboarding.com.br/
AboutUs: http://www.aboutus.org/Sk8.com.br
Flickr: http://www.flickr.com/photos/sk8combr
Fotolog: http://www.fotolog.com/skateradical
Grupo no Google: http://groups.google.com.br/group/sk8combr
Comunidade no Orkut: http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=188806
MySpace: http://www.myspace.com/sk8combr
Youtube: http://br.youtube.com/user/urielpunk

Para conhecer mais sobre Uriel "Punk", acesse:

Spaces: http://urielsk8.spaces.live.com/
Netlog: http://pt.netlog.com/UrielPunk
Fotolog: http://www.fotolog.com/urielpunk
Orkut: http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=16612898592651353628

Uriel: Vixe, busca meu nome do Google (Uriel Punk) e vai achar tanta coisa :), admito, sou NERD.

Contatos:

e-mail: uriel@sk8.com.br
MSN: urielpunk@msn.com

* As imagens (fotografias) registradas por Grazi Oliveira e Pablo Vaz foram gentilmente cedidas para essa entrevista.

Texto: Fernando Arata (Blog Skatógrafo)

Por: Fernando Faisca






segunda-feira, 2 de junho de 2008

Entrevista: Alexsandro ET


De origem simples, mas rico em talento e técnica fazem do amador das marcas Bastard e Original Roots, Alexsandro Leonardo Corrêa, mais conhecido como ET, um dos destaque no skate catarinense.

Confira abaixo a entrevista que Philipe Gordo fez com o skatista Alexsandro que pratica o skate há aproximadamente 6 anos, natural da cidade serrana de Lages e atualmente morador da capital Florianópolis:

Philipe Gordo: Para começar, nos explique o por que do apelido ET?
ET: O por que eu também não sei. Foi um amigo meu de infância que colocou o apelido. Desde que me conheço por gente, sempre fui chamado assim (risos).

b/s grind - Foto: Arquivo pessoal

Philipe Gordo: Como foi o seu primeiro contato com o Skate?
ET:
Foi na avenidade PC3, quando andava o Teba, Miranda, Pé, eles me emprestavam o skate para eu embalar, mas eu não tinha compromisso com o skate. Apenas fui me dedicar quando comecei a andar na pista PC3, no final da avenida.

Philipe Gordo: Você faz parte da equipe de amadores da Bastard já há algum tempo. Qual é o seu relacionamento com a equipe e com a marca? Já pode-se dizer que fazem parte de uma família?
ET:
É, já faz algum tempo que estou na Bastard. Minha relação com a marca é "da hora" mesmo, posso afirmar que somos uma família, pois somos irmãos e gosto muito dos "caras". Eu, o Guga e o Thales estamos sempre juntos, além de também ter contato frequente com os demais da equipe.

Fackie Flip - Foto: Felipe Miranda

Philipe Gordo: O vídeo da Bastard está para sair, quem assistiu ao promo já pode ter o primeiro contato a respeito da qualidade do vídeo. O que as pessoas podem esperar da sua parte?
ET:
Estou me esforçando para mostrar o melhor possível.

Philipe Gordo: Quais os planos para o restante do ano de 2008?
ET:
Andar muito de skate, viajar para vários "picos" e conhece novos lugares, filmar muito para terminar minha parte no vídeo "I Am Bastard" e outros vídeos que estão rolando. Fazer um anúncio para revista pela Bastard e tentar uma oportunidade no espaço amador de alguma revista nacional, além de comparecer ao máximo de eventos possíveis.

360flip - Foto: Lucas Lisboa

Philipe Gordo: Conta para a "raça" como é descer de Floripa a Porto Alegre, num carro com 5 "cabeças" para nos "picos" apenas para filmar e fazer amizades?
ET:
Com certeza rolou várias dessas "fitas" engraçadas.

Philipe Gordo: Conte uma (risos)?
ET:
Teve várias, mas uma bem engraçada foi quando paramos na Atlântida e quando retornamos para BR-101, o Cássio pegou o caminho errado. Do nada ele olhou bem sério para nós e nos falou que quando havia ido com o pai do Dodô, ele não havia passado por nenhum lugar que nos estavamos passando. Olhei para o Guga e começamos a rir. Não tinha ninguém para pedir informação, pois por onde passavamos as pessoas eram estilo "índio", sei lá, bem colonos (risos). No final conseguimos chegar em Porto pelo outro lado, por Viamão.

s/s b/s tailblunt reverse - Foto: Felipe Miranda

Philipe Gordo: Se não fosse o skate, qual seria do ET?
ET:
É dificil responder porque o skate me ensinou quase todas as coisas, minha maneira de pensar, de agir e se expressar. Antes de andar de skate eu não pensava no futuro.

Philipe Gordo: Um som para o "rolê"?
ET:
Estou ouvindo muito racionais, mas um bom Raul Seixas também ajuda (risos)!

Philipe Gordo: Uma frase?
ET:
Jesus é o caminho, a verdade e a vida eterna.

Philipe Gordo: Agradecimentos:
ET:
A Jesus Cristo que me da força e me ajuda muito, a Bastard Crew, os caras da Original Roots, minha família e todos os meus parceiros. Valeu!

Skate Tranquilo


Veja também:
Promo - I Am Bastard

Por: Fernando Faisca






sexta-feira, 11 de abril de 2008

Entrevista: George Gonçalves


Nesses dias que se passou, aqui no SkateemFoco apresentei o protesto e indignação dos skatistas de uma cidade, em questão Tubarão/SC, com relação ao descaso das autoridades municipais em relação a um dos poucos espaços públicos para se praticar o esporte no município.

É lamentável saber que o poder público e a sociedade em geral, ainda visualizam o skate como brincadeira de criança, além de marginalizar o esporte.

Então resta a nós, os marginalizados fazer o que?

Como resposta gostaria de apresentar uma entrevista que fiz com o Presidente da UBER (União Blumenauense de Esportes Radicais), o skatista George Gonçalves, com a intenção de mostrar para toda uma legião de praticantes e simpatizantes do skate, que "persistência", amor ao "carrinho" e união dos skatistas locais é capaz de, mesmos com dificuldades, reverter esse quadro e trabalhar junto com o poder público em prol ao skate, basta acreditar.

Segue abaixo a entrevista: George Gonçalves, 37 anos, 25 de skate.

Fernando Faisca: Como você conheceu o skate?

George Gonçalves: Conheci o skate depois de passar pelo carrinho de rolimã e do surf. Com 13 anos de idade e com a impossibilidade de freqüentar a praia diariamente, optei pelo skate, levando meu pai a loucura, pela quantidade de lajota quebrada em casa.

Fernando Faisca: Quais os skatistas que fizeram parte do seu início com o skate?

George Gonçalves: Nessa época tive que começar a andar de skate no centro da cidade de Blumenau, então conheci os skatistas Leke, Rafael Condé, Andréas, Márcio Testoni, Cristian Weiler, Dum Dum e mais uma quantidade de outros amigos. Dessas amizades em diante foi fácil começar a conhecer outras cidades e campeonatos da região de Joinville, Itajaí, Balneário Camboriú e Florianópolis.

George Gonçalves - f/s rock

Fernando Faisca: Quais os eventos amadores que já participou?

George Gonçalves: Participei de eventos na extinta pista da Varial Skate, em Florianópolis e Salesiano, em Itajaí. Em 1991, participei do Skate Rock Contest, em Blumenau, andando junto com os profissionais Rodil Ferrugem, Carlos Piolho, Nilton Urina, André Hiena que eram todos amadores naquela época. Neste evento me lembro que foi meu amigo Rafael Condé quem levou a melhor no amador, que 2 anos depois parou de andar de skate por pressão da família.

Participei também do antigo e conhecido Circuito Maha Amador, aonde andei junto com skatistas que mais tarde seriam meus ídolos como: César Gordo, Marcos Mamá, James Bam Bam, Materson Magrão, Alex Carolino entre outros skatistas que hoje são profissionais.

O último evento que participei foi da ASISC, na Lupus Beer, na ilha de Florianópolis, no ano de 2000.

Fernando Faisca: Antigamente o skate era menos conhecido. Então muitos pais não apoiavam a idéia de ter um filho jovem em casa, que apenas andasse de skate. Você teve essa pressão por parte de sua família?

George Gonçalves: Aos 18 anos meu pai mandou eu escolher, ou skate ou rua. Escolhi o skate por opção e decidi arriscar a vida fora de casa.

George Gonçalves - flip

Fernando Faisca: O skate lhe proporcionou conhecer lugares diferentes. Quais os lugares que você já andou?

George Gonçalves: Através do Skate, tive a oportunidade de andar em lugares bem conhecidos no meio do esporte como: Vale do Anhangabaú, Pista do Gaúcho, Jardim Ambiental, Drop Skate Park, Pista da Cônsul, além outros lugares do estado de Santa Catarina.

Fernando Faisca: Como surgia a idéia da criação da UBER?

George Gonçalves: Sofremos muito com a lei criada em 1995 que proibia andar de skate e veículos similares nas calçadas e ruas de Blumenau. Então em 1998, resolvi junto com alguns amigos como Julio César Jr, Carlos Cabeça (hoje DJ), Ricardo Negão e outros, criar a UBER (União Blumenauense de Esportes Radicais), com o objetivo de reivindicar ações do poder público e ajudar os esportes de ação do município.

Fernando Faisca: Quais as primeiras ações da UBER?

George Gonçalves: A primeira ação da UBER foi à restauração da pista da Prainha, que foi construída no ano de 1989. Para a restauração foram realizados os primeiros eventos da UBER, intitulados como Help 1, 2 e 3, onde com a verba conseguimos finalizar a reforma da pista. Nela já passaram nomes como: Alexandre Ribeiro, Márcio Tarobinha, Rafael Cabral, Alexandre Spock, Fábio Pen, Marcelo Marreco, Adones Santiago, Junae Ludwig, Sérgio Negão, Marcelo Kosake, entre outros mais.

Outros circuitos foram realizados também pela UBER, agregando outros esportes como o IN-LINE e o BMX, tornando os esportes radicais de Blumenau em evidência por todo o país.

Fernando Faisca: Fale um pouco sobre o Projeto Escola Radical?

George Gonçalves: Com a aceitação da comunidade e do poder público em relação a UBER, facilitou a criação em 2007, do Projeto Escola Radical implantando nos colégios municipais, apresentações dos esportes skate, bike bmx e patins in-line para as crianças.Também teve o início do projeto de uma escolinha de skate na pista da Prainha, mas parou por falta de apoio.

George auxiliando uma menina - Projeto Escola Radical

Fernando Faisca: Como está a relação Poder Público e UBER?

George Gonçalves: A relação melhorou bastante, hoje trabalhamos em sintonia, mas demoramos 9 anos para receber a primeira verba municipal. Acredito que a sociedade em geral e o poder público ainda considera os esportes de ação como apenas uma brincadeira.

Fernando Faisca: E como está o andamento do Projeto da nova Pista Pública?

George Gonçalves: Demorou esse tempo todo citado acima para sermos respeitados pelo poder público, mas as coisas estão agora em fase de conclusão. Uma coisa é certa, muita PERSISTÊNCIA foi necessária e ainda será para conseguirmos não só essa pista, como outras também. Estamos com projetos para pistas nos bairros de Blumenau, tipo miniramp ou bowl, mas isso é outra guerra ainda, acabamos de receber a carta de captação do governo do estado para a pista e estamos em processo de licitação. Esperamos que no máximo em junho estejamos com as obras iniciadas. Isso mostra a força de uma Associação, pois sem ela nem seríamos ouvidos pelo poder público.

Fernando Faisca: E como foi a extinção da lei que proibia a utilização do skate e similares em vias públicas?

George Gonçalves: Ano passado depois de um pedido da associação, foi realizada uma audiência pública na Câmara Municipal de Vereadores, tivemos a boa notícia que a lei 5211 seria revogada e agora podemos ir e vir com o skate nas calçadas novamente.

Fernando Faisca: Como você analisa a cena do skate amador em Santa Catarina?

George Gonçalves: Ele sobrevive graças à vontade dos skatistas em andar, pois as empresas investem pouco ou quase nada. Acredito que os maiores eventos de skate não passam por Santa Catarina, como exceção do Qix Amador do ano passado. As empresas continuam ganhando dinheiro aqui, é estranho, mas é uma realidade. Um pouco dessa culpa é dos próprios skatistas que não se agilizam para enviar projetos e para mostrar os seus trabalhos. Por isso, acredito que a UBER se diferencia de outras cidades, pois aqui o presidente anda de skate e tem amor pelo carrinho. O skate já me deu muitas alegrias ao longo desses 25 anos de estrada, acho que temos ótimos skatistas na região e no estado também, mas como não somos vistos, não somos lembrados. Acho que falta é uma federação que seja atuante e que tenhamos mais campeonatos nas cidades. Por aqui, estamos fazendo nosso trabalho e talvez com a união dos interessados possamos fundar uma federação para cuidar dos interesses dos skatistas num todo.

George Gonçalves e alunos

Fernando Faisca: Os objetivos da UBER para o ano de 2008?

George Gonçalves: Os nossos, além da pista de skate, são: a realização do Circuito Blumenauense de Skate, continuar a Escola Radical, Passeios Ciclístico, Dia Mundial na Cidade sem meu Carro, Festa dos 10 anos da UBER em maio (estão todos convidados) e continuar a batalhar para sermos considerados uma associação modelo em nosso estado. Quero lembrar também que nasci na cidade de Palmeira, no Paraná, com 20 mil habitantes e possui uma pista pública, fato engraçado comparado com cidades bem maiores sem local para andar de skate. Vim para Blumenau com 4 anos e desde então a considero como minha terra. Tenho um filho, chamado Gabriel, hoje com 5 anos e tento ao máximo incentivá-lo a andar de skate, pois não quero que ele passe por tantas dificuldades como eu passei. Espero que ele tenha vários amigos dentro do skate como eu tive e que talvez continue o trabalho que hoje tento realizar. Semente boa, planta boa, bons frutos, felicidade!

Fernando Faisca: Considerações finais:

George Gonçalves: Quero que todos estejam cientes que as coisas mudam quando nós mudamos, isso vale para todas as áreas e fases de nossas vidas. Parabéns Fernando Faísca pelo SkateemFoco e trabalho prestado em prol do skate em Santa Catarina. Agradeço também as marcas que sempre nos deram apoio e espero que elas continuem com a parceria e para finalizar peço aos skatistas e demais interessados, que valorizem realmente as marcas que apóiam e deixem de lado as "marquinhas" que só querem sugar de nós enquanto estamos na mídia. Lembre disso quando estiver dentro de uma loja comprando.

No mais agradeço pela oportunidade de expressar a minha opinião, deixo um abraço a todos os meus amigos de longa data que não vejo há anos e lembrando sempre: SKATE na VEIA! SKATEBOARDING IS NOT A CRIME!

Fotos: Acervo pessoal

Contato da UBER:
Fone: (47) 8412.7071
MSN: uberblumenau@hotmail.com

Lembrando a todos que neste final de semana, aconteceu em Blumenau a 1ª Etapa do Circuito Blumenauense, para maiores informações click aqui.

Por: Fernando Faisca